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  • Dagomir Marquezi

O Fantasma que Anda


Ler as aventuras do Fantasma que anda desde sua primeira aparição (em 1936) é um prazer que só a digitalização dos livros me proporcionou. Fui "aplicado" em Fantasma quando garoto pelo meu querido tio Darcy Moreira. Relendo hoje posso avaliar a qualidade do roteiro de Lee Falk, que conheci pessoalmente em 1970. Falk tem um nível de diálogo que não precisaria ser refeito nos dias de hoje. Direto, nervoso, exato. E o desenho de Ray Moore também tem um toque de modernidade, especialmente na maneira sexy como descreve a heroína Diana Palmer.



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