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  • Dagomir Marquezi

O reino do abstrato


"Espirito", de George Roux (1885)

Tenho mais (não consecutivos) de 50 anos de jornalismo. E nunca fui um jornalista típico. Jornalistas costumam ser muito céticos, muito pé no chão, aprenderam que o único mundo possível é o mundo dos fatos incontestáveis. (Muitos trocam o fato pela ideologia e perdem a credibilidade).


Eu nasci numa família espírita, e desde criancinha aprendi a observar o mundo de um jeito mais aberto, aceitando humildemente o fato que certas coisas acontecem fora do meu controle. E que talvez eu nunca entenda completamente alguns fenômenos. Já escrevi livro sobre OVNIs, aceito plenamente a espiritualidade e mantenho uma janela aberta para qualquer tipo de acontecimento ou sensação que eu não possa explicar. Tento aprender com a inteligência intuitiva de outros animais e me interesso mais por fenômenos quânticos do que por regimentos legislativos. Tenho meus princípios sólidos, mas não penso em política 24 horas por dia.


Eu não estou certo. Eu não estou errado. Cada um é cada um. Cada pessoa enxerga a realidade do seu jeito.


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